sexta-feira, 5 de junho de 2015

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Betfair = Exchange



Para os pessimistas e os dramáticos que afirmavam que a Betfair iria cada vez mais apostar no Sportsbook tradicional e que iria abandonar cada vez mais o exchange, a mesma empresa deixa-nos aqui a prova precisamente do inverso.

Alguns excertos do texto:

"We recognise that the launch of a new desktop site and the integration of a traditional Sportsbook represented considerable change, and equally we recognise we haven't always got the changes right."

"But the Exchange is at the heart of what we do. We have listened to your feedback and are focused on creating a fast and reliable Exchange betting interface, underpinned with the latest technology which will allow us to add great new features."

"You told us you wanted us to focus on the Exchange, so we have removed Sportsbook integration from the Exchange market pages."

sábado, 28 de junho de 2014

Nadal - Grass vs. Clay

Apareceu este gráfico no jogo entre o Nadal e o Kukushkin. Explica parte do sucesso/insucesso do Nadal entre a terra batida e a relva. E considerando que esta relva de Wimbledon está muito lenta e de ressalto muito alto, mais relevância tem este gráfico. Interesting stuff...


terça-feira, 17 de junho de 2014

Grass Season


Já arrancou a mini-época de relva. Confesso que não é a minha época preferida, seja para ver ou para fazer trading, pelo simples facto de qualquer jogador com um serviço decente transforma-se num John Isner - e no geral são poucas as pessoas que gostem de ver jogar o John Isner, ou de fazer trading em jogos do John Isner. Claro que estou a exagerar um bocado, mas percebem a ideia...
Mas também é a época que jogadores que pouco vemos habitualmente brilharem, e nesse caso por vezes somos surpreendidos por jogos espectaculares, como é o exemplo do Dustin Brown vs. Nadal, em Halle. Vale a pena ver pelo menos o resumo no youtube.
Chamo à atenção que Wimbledon é um animal diferente destes torneios uma vez que a relva é muito mais lenta, além de que, sendo um torneio de duas semanas, tem uma semana extra de desgaste de relva. 
Estou algo curioso para esta edição de Wimbledon pois julgo que será o Slam mais equilibrado e imprevisível dos últimos 10 anos e será o que menos me surpreenderá uma vitória de mais um jogador de fora dos Big 4. 
Esta será a época que irei estar mais atento ao ténis feminino, onde o piso tem menor influência no jogo. Hoje, por exemplo, fiz o Stosur x Wozniacki - Stosur a jogar com top spin pesado como se de terra batida tratasse, Wozniacki em modo counter punching ao fundo da linha, jogo com pouca presença na rede e com muitas trocas de bola longas. Se me dissessem que aquilo nem era bem relva, mas era uma espécie de terra batida verde eu quase que comprava a ideia.

sábado, 7 de junho de 2014

My salary against your salary


Para mim, o ideal seria ter sempre streamings sem comentários para que não sejamos minimamente influenciados pelos comentadores. Não sendo possível, comentários da Eurosport Britânica/Sky Sports, ou pelo menos em Inglês/TennisTV aceitam-se. A pior das hipóteses são mesmo os comentários em Português. 
Não admira que se fale tanto no commentator's curse (ou a maldição do comentador). Julgo que eles por vezes só mandam umas postas de pescada com o intuito de acalmar o receio de ficarem calados durante muito tempo sem ter nada que dizer. Depois sai tudo ao lado, e queixam-se da maldição.
Hoje, por exemplo, durante o terceiro set, tinha uma posição de punting (e não de punter, em bom Inglês) na Sharapova, quando o comentador Hugo Ribeiro quase me convenceu que a Sharapova estava cansada e que a Halep ia levar o caneco facilmente. Já fui apanhado em algumas destas,  mas a experiência é amiga do trader. Aliás, 60% do meu lucro foi nessa posição que quase foi aliciada a ser fechada em scratch.
Para que a maldição do comentador não se transforme na maldição do trader, o melhor é fazer um esforço para ignorar o que os comentadores estejam a dizer, por mais confiantes que os mesmos pareçam nas suas opiniões. Confiem mais na vossa opinião que na deles. Nem que o tenham mesmo que fazer em tons de desafio: como dizia o José Mourinho numa conferência de imprensa - My salary against your salary.

sábado, 24 de maio de 2014

Nadal @ Roland Garros 2014



Vésperas de Roland Garros, tudo a postos para o segundo Grand Slam do ano. Um dos pormenores que cada vez mais tenho em conta para um torneio são as condições do piso (se está rápido ou lento, se mudou muito comparativamente a edições anteriores, etc.).
Tento procurar saber o que andam os jogadores a dizer das condições, e tento estar atento às primeiras rondas e perceber a velocidade do jogo, o ressalto da bola, por aí fora.

Com prestações um pouco abaixo do habitual nesta temporada de terra batida, muitos se questionam se o habitual vencedor do Open Francês vai mesmo levar a taça mais uma vez. Já é habitual o Nadal (infelizmente) queixar-se de alguma coisa, e este ano queixa-se ele (para já) de que há algo de errado com a terra batida do court central.

Com o court central "avariado" ou não, o Rafa deverá preocupar-se mais com as condições climatéricas previstas para esta primeira semana. Condições mais húmidas tornam o jogo mais pesado e prejudicam o ténis do espanhol (quem se lembra da final de 2012, jogada em dois dias?). Será assim tão improvável o Nadal apanhar dificuldades na sua primeira semana do torneio? Coisas mais estranhas já aconteceram neste desporto. Como evoluirão as condições climatéricas?

Quanto aos adversários possíveis, para além do surpreendente Dominic Thiem, que ainda é muito irregular mas tem jogo para derrotar qualquer um num dia sim, o Rafa pode apanhar três fantasmas do seu passado recente - Almagro, Ferrer e Wawrinka.

Mesmo a jogar menos bem, ninguém pode dizer que o Nadal não é um provável vencedor, mas pelo menos é bom, de vez em quando, sentir que este slam, mais que nos últimos anos, está aberto a surpresas. Venha ele e boa sorte a quem estiver envolvido nos mercados.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Papel Químico



Um Bellucci x Giraldo em terra batida é um jogo com condições para haver muitas reviravoltas. No entanto, no desporto, teoricamente não há dois jogos iguais.
Ainda assim, em duas semanas tivemos duas edições, em terra batida e em torneios no Brasil (Rio e São Paulo), entre estes dois jogadores. 
Em ambos tivemos um primeiro set com vários breaks, vencido pelo Giraldo, um segundo set em que Bellucci leva a melhor, e um terceiro set em que o Brasileiro vence com o único break a surgir após assistência médica do Colombiano. Para quem viu ambos, sabe do que falo. Um verdadeiro deja-vu.